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Rescaldo da Semana: os destaques da semana que ainda fervem no Gerador

As notícias, reportagens e entrevistas da última semana que merecem um segundo olhar.

Texto de Redação

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Educação e formação de adultos: os avanços e desafios de uma área “secundarizada”

O ano de 2023 foi designado como o Ano Europeu das Competências pela União Europeia, com o objetivo de promover a aprendizagem ao longo da vida. Em Portugal, o setor tem alcançado progressos significativos, e o atraso estrutural que marcava a área reduziu-se gradualmente. Ainda assim, especialistas salientam a intermitência das iniciativas políticas e a instabilidade que caracteriza o financiamento. Em 2024, o estudo internacional PIAAC, dinamizado pela OCDE, pretende atualizar os dados sobre as competências da população adulta portuguesa. A expectativa é que contribua para políticas mais adequadas ao contexto português.

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Para errar melhor: residências artísticas e apoio à criatividade em Portugal

Neste ensaio, Paulo Pires fala-nos sobre a vitalidade criativa pós-pandemia em Portugal, destacando a importância de espaços e contextos para processos de inventividade, abordando a tendência de valorizar a etapa final do resultado artístico e defendendo o reconhecimento do trabalho de bastidores, como residências artísticas, no apoio à criação artística e à experimentação.

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João Gesta: “Não podemos transformar as feiras do livro em supermercados com preços de saldo”

Com 108 editores, livreiros e alfarrabistas distribuídos por 130 pavilhões, a Feira do Livro do Porto – que já arrancou e vai até 10 de setembro – não quer ser o maior evento do género do país. Antes, pretende marcar a reentré cultural da cidade, após as férias estivais, estreitando o laço entre os portugueses e a leitura, explica o programador, João Gesta.

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Wilson Vieira: “O que deve impedir o trabalho de um cientista são as suas ideias, e não o apoio financeiro.”

Quando somos crianças, olhamos para o mundo como sendo um lugar onde podemos ser uma infinidade de profissões. Wilson Vieira sempre soube que poderia ser qualquer coisa, desde que estivesse rodeado pela natureza, não fossem os documentários de vida selvagem e a voz de David Attenborough motivo para sonhar. Depois, os livros de Jack London e Robert Louis Stevenson, sobre o Homem com a natureza e as suas aventuras fantásticas, que o colocaram a pensar como poderia explorar o planeta. Hoje é biólogo, antropólogo, fotógrafo, contador de histórias, um explorador. De Portimão para as florestas tropicais conta ao Gerador o seu trabalho, como não romantizar o que é diferente, mas não perder o fascínio, o que é ser cientista e o peso da ciência na sociedade atual, e ainda o que significa entrar no clube que impulsiona a ciência em todo o mundo - o The Explorers Club.

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