“Vou mas fico” é uma exposição colectiva que conta com 44 artistas, integrando várias formas de arte, e que procura promover o diálogo entre todos os intervenientes. A inauguração está marcada para o dia 7 de novembro, às 19 horas, na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa. A mostra estará patente até ao dia 30 de novembro. Tens tempo suficiente para ir e ficar!

Esta exposição integra pintura, desenho, escultura, fotografia, instalação, vídeo e até performance. O título “Vou mas fico” refere-se às ligações criadas neste ambiente, que transcendem a localização geográfica do artista, como se pode ler em comunicado.

Os artistas representados nesta exposição são: Ana Teixeira; Ana Loureiro; Ânia Pais; Azoriano; Bárbara FreiredaCruz; Bárbara Jasmins; Basap; Beatriz Neto; Carlota Jardim; Carolina Lino; Catarina Rodrigues; Catarina Silva; Clara Leitão; Claudia Cerqueira; Design Bonbon; Diogo Pereirinha; Felipe Raizer Moreira; Filipa Alves; Francisco Baccaro; Gabriela Pedro; Guilherme Couto; Inês Pascoal; Joana Franco; João Correia; João Nuno Rosa; João Viotti; Joaquim S. Marques; José Taborda; Lara Maria; Lorenzo Bordonaro; Luís Miguel Monteiro; Manuel Ferreira; Maria Barbosa; Marie; Marta Raimundo; Martim Dinis; Meii Sôh; Mikha-ez; Numpára; Pedro Escobar; Pete Luís; Sofia Nabais; Tânia Tomás; e Zizi Ramires.

Trabalho fotográfico de Felipe Raizer, presente em “Vou mas fico”.

A comissão científica desta exposição está a cargo de Ana Mata e Rui Serra.

Ana Mata é uma artista plástica portuguesa, com formação superior em Belas-Artes (Pintura) pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2016 concluiu o Doutoramento na mesma área de estudos, com a Tese intitulada: “O apelo: Estudo sobre a vocação”. Desde 2010 é docente do curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. É representada por Módulo – Centro Difusor de Arte (Lisboa), onde expõe individualmente. Tem participado em diversas exposições colectivas desde 2002. Vive e trabalha em Lisboa.

Por sua vez, Rui Serra é um artista plástico/pintor português, natural de Elvas, que vive e trabalha em Lisboa. Tem exposto o seu trabalho de forma individual e colectiva, desde o início da década de 1990, em várias instituições e galerias. Está representado nas coleções do Museu do Chiado, da Fundação de Serralves, da Portugal Telecom, da Caixa Geral de Depósitos, entre outras.

Local: Fábrica do Braço de Prata (FBP), Lisboa

Data e hora: 7-30 de Novembro. Das 19h-2h, quartas e quintas. Das 19h-4h, sextas e sábados.

Preço: Entrada livre até às 20h. A partir das 20h o preço varia consoante os outros eventos que estão a decorrer na FBP. Sabe mais aqui.

Ilustração de divulgação da bienal da FBP. Cortesia da FBP.

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