O meu nome é Beatriz Sequeira, tenho 21 anos e estou no 1º ano de Licenciatura em Mediação Artística e Cultural no IPL. Adoro o meu curso, porque me identifico a 100% com a valorização da  cultura e das artes na construção de uma sociedade mais justa e tolerante. No entanto, acredito que este tipo de curso ( no âmbito da cultura e com apenas dois anos) não está suficientemente valorizado em Portugal, pelos mais diversos motivos.

Tenho várias paixões, entre as quais a fotografia, que foi o meio que me fez entrar no mundo do Gerador, mas também sempre gostei muito de dançar e, por isso, acho que tenho muito apego  às artes em geral, por me fazerem sonhar e ser livre. Acho que não tenho muito a dizer sobre mim, mas quero dizer muito sobre o mundo, e daí o curso de mediação: aprender a mediar os público e as culturas, ensinar as pessoas na valorização das artes, ensinar a pensar e ensinar-me a mim própria a crescer.

Adoro escrever… Mas como o meu forte não são as redes sociais, aquilo que as pessoas conhecem maioritariamente de mim são apenas umas quantas boas fotografias que publico no meu instagram. Acredito ser uma boa fotógrafa, porque já fotografo há cerca de 8 anos e, não é que os anos sejam sinónimo de qualidade, mas as pessoas e experiências que tive fizeram-me melhorar, como o facto de ter tirado o curso de Comunicação Audiovisual na Escola Artística António Arroio e ter conhecido mentores fantásticos. Fiz um programa de Erasmus + em 2016, em Itália, sobre a relação das artes com a sociedade europeia, onde pude incluir a fotografia. Também já fotografei espetáculos do encenador Luis Miguel Cintra e da Companhia de teatro Mascarenhas Martins. Já fotografei para a Travelport e Câmara Municipal do Montijo e de Janeiro a Junho de 2018 fiz estágio curricular na Associação Cultural Companhia Clara Andermatt. De fotografias de paisagens, passei a adorar fotografar pessoas, exclusivamente retratos. É que os retratos fazem-nos aproximar realmente das pessoas e é fascinante construir uma imagem a partir do que a pessoa me transmite e o que ela realmente é, que às vezes pode ser completamente o oposto, mas é isso que torna o retrato fascinante.  Nos trabalhos que fiz para o Gerador, eu tive sempre a tendência para fazer retratos, mas sabia que tinha de fazer outro tipo de trabalho, mais de reportagem. Para além disso, também adoro fazer auto-retratos.

Gosto de aprender, de conhecer, de viajar. E mais do que gostar, eu preciso.

Para saberes mais sobre ela espreita aqui:

www.instagram.com/beatrizsequeiraphoto

www.beatrizsequeira.pixieset.com