A Latoaria, espaço de difusão e experimentação artística em Lisboa, recebe no próximo dia 24 de novembro o evento “Dançar é a Minha Revolução”, um evento-manifesto de resistência e de elogio à experimentação artística em Portugal. Baseando-se no “valor fundamental da arte, que é a liberdade”, compõe-se por conversas e performances.

O evento começa às 14h30 com o círculo de intervenções “O que é emergente/urgente?”, moderado por Telma João Santos a quem quiser participar, numa conversa que pretende levantar “o que pode ser considerado emergente neste momento — dos dispositivos às perspetivas, aos conteúdos, às ações e ao pensamento, a partir de uma moderação informativa”.

Segue-se uma tarde de performances a começar às 15h30 e com um final perspetivo para as 20h00, com as participações de Silvana Ivaldi e Pedro Barreiro, Tita Maravilha e Cigarra, Andresa Soares, Mariana Barros, Banquete (Joana Martins, Júlio Cerdeira e Rúben Borges) e Carlota Lagido. A noite termina com a estreia de “Manifest (Amar até às últimas consequências sempre, submissão nunca” de Tiago Vieira. 

“Dançar é a Minha Revolução” é um evento organizado pelo Self-Mistake, “um projeto de curadoria que promove a liberdade artística, o risco e a experimentação na Dança Contemporânea”, e pela ORG.I.A - Organização, Investigação e Artes. Podes saber mais sobre este evento aqui.

Local: Latoaria, em Lisboa

Data e hora: 24 de novembro, entre as 14h30 e as 23h30

Preço: Entrada livre

Fotografia de Self-Mistake disponível via Facebook

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