Hoje, pelas 19h00, tomamos como referência o tema da Revista Gerador 31, lançada no dia 18 de junho, e debatemos o papel da dança atualmente com a coreógrafa e performer Maurícia Barreira Neves, o programador cultural e coreógrafo Tiago Guedes e ainda o criador Victor Hugo Pontes.

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Um bilhete para a cultura

Cultura para matar o bicho é uma iniciativa do Gerador que promete levar, diariamente, um conjunto de momentos culturais até tua casa, promovendo as mais diversas áreas, entidades e pessoas ligadas à cultura portuguesa.

Todas as iniciativas culturais diárias que estamos a fazer no nosso site são gratuitas para o público mas remuneradas para os artistas que nelas participam. Apoia-nos e contribui para que continuemos a levar a cultura portuguesa a todos, através do donativo que podes fazer já aqui do lado esquerdo :-)

Se gostas destas iniciativas fica por aqui, o resto da semana está também recheado de cultura aqui no nosso site. Desde duetos em direto com artistas de áreas culturais diferentes, passando por mesclas ao vivo, a leituras encenadas sempre às quintas-feiras, até a workshops de tudo o que pode ser útil para casa. Descobre aqui o nosso plano semanal para levar a cultura a casa de todos. E sabe mais sobre o compromisso do Gerador para os próximos tempos aqui.

Maurícia Barreira Neves é coreógrafa e performer, tem produzido as suas próprias criações de dança, performance, instalação e música, aventurando-se também na área de figurinos e design de iluminação, nas suas criações. Tem apresentado as suas criações em Lisboa, Vila Nova de Gaia, Montemor-o-Novo, Serpa, Almada, Torres Vedras, Portimão, na Lituânia, Roménia e na Alemanha.

Tiago Guedes dirige desde setembro de 2014 o Teatro Municipal do Porto – Rivoli e Campo Alegre, e desde 2016 o Festival DDD – Dias da Dança no Porto, Matosinhos e Gaia. Iniciou a sua atividade coreográfica em 2001, tendo apresentado o seu trabalho em teatros e festivais um pouco por todo o mundo. Fundou em 2007 a Associação Cultural Materiais Diversos e, entre 2011 e 2014 foi diretor artístico do Cineteatro São Pedro em Alcanena e do Teatro Virgínia em Torres Novas.

Victor Hugo Pontes tem vindo a consolidar a sua marca coreográfica, apresentando o seu trabalho por todo o país e internacionalmente. As peças A Ballet Story (2012) e Margem (2018) foram distinguidas, respetivamente, como Espetáculo de Dança do Ano (Público e Expresso) e Melhor Coreografia (Prémios SPA). Integrou o programa DanceWeb 2017, do Festival ImPulsTanz (Viena), como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. É, desde 2009, o diretor artístico da Nome Próprio – Associação Cultural.